quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Sobre a música

Eu já não consigo separar a música da espiritualidade.
Porque através da música que eu tento expressar minha mente mortal e limitada diante de Deus.
E diante desse relacionamento, acabo percebendo que a música é só um meio, e não o fim.
Mas que belo meio.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Um sonho que me deixou feliz

Eu estava em um lugar, que era muito maneiro.
Era no Centro Cultural Vidal Ramos, eu acho.
E tinha vários instrumentos em exposição.
Tinha teclados, guitarras, baixos, baterias...
Pianos...
Aí eu estava olhando e chegou uma moça que trabalhava lá e disse que eu poderia tocar, que aquele espaço era público e que todos os instrumentos poderiam ser usados pelos visitantes.

Eu já estava pensando em voltar lá para gravar alguma coisa.
Afinal, eu poderia voltar quando quisesse.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Eduardo e a caixa de presente

Eduardo resolveu comprar um presente para uma menina que fez aniversário uns dias atrás. Então ele resolveu comprar um livro. E daí comprou duas caixas de chocolates. E comprou uma caixa de presente rosa com flores estampadas no Big por R$9,90. E acomodou tudo dentro da caixa.

Eduardo morreu de vergonha de entregar o presente. Ficou com medo do que as amigas da menina iriam pensar. Afinal, elas sempre falavam dela com outro rapaz que a cortejou em uma viagem que haviam feito, e toda vez que Eduardo ouvia falar disso, sorria por fora mas se corroía de ciúmes por dentro.

Então ele deu um fim no livro e nos chocolates.

Uma semana mais tarde, quando a menina soube que fim levou a caixa de chocolates (mas sem saber que seriam para ela), disse que ela nunca tinha ganhado uma caixa de chocolates dele.

Eduardo percebeu que era muito burro.

Eu acho que Eduardo estava apaixonado por aquela menina. Só acho.

Esse Eduardo é um bobo.

Mas o livro é bom.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Um sonho que não me deixou triste

Mas há poucos dias, eu tive outro sonho.
Sabe, esse foi melhor que o primeiro.

Eu estava em uma biblioteca. Era muito grande, tinha várias salas com muitas prateleiras. E era toda de madeira.
Então eu olhei no celular (em meio a tantos livros, por que eu estava no celular?) e vi que um jovem tinha publicado um snap naquele momento.
Esse era um jovem que eu conhecia da igreja. Ele havia se afastado e perdi o contato com ele (inclusive pelas redes sociais), mas sempre lembrava dele e, sinceramente, com tristeza muitas vezes.
O snap era uma foto de um nó de uma madeira, que era semelhante a um olho.
Eu sabia onde ficava essa madeira. E descobri que ele estava em outra sala na biblioteca.
Eu só queria cumprimentá-lo e dar-lhe um abraço.

Então eu fui até aquela sala, e vi que ele estava com outros dois amigos, os quais cumprimentei. Mas conforme eu me aproximava, ele desviava como se estivesse procurando algo, mas só para me evitar.

Mas dessa vez eu não fiquei triste.
Eu percebi que não tinha nada a perder, afinal.

Na manhã seguinte fiquei sabendo que era o aniversário dele. Mas eu não o cumprimentei. Enfim.
Mas eu não estava triste.

Um sonho que me deixou triste

Uma vez eu tive um sonho. Que foi ruim.
Eu estava andando em um lugar escuro, sombrio e hostil. Eu estava a pé e tinha que passar por aquele lugar. Mas eu não conhecia muito bem e estava inseguro.
Aí eu encontrei alguns jovens conhecidos mais à frente. Eu conhecia eles da igreja, e fiquei muito feliz de vê-los.
Eu corri um pouco para alcançá-los, e os cumprimentei, disse o quanto era bom vê-los. E eles também me cumprimentaram e foram até simpáticos.
Mas então eu me distraí por alguns segundos, e quando olhei novamente, eles não estavam mais lá.
...Eles haviam... Fugido de mim.
Eu estava só. De novo.
E fiquei com medo. Muito medo.
Mas precisava continuar a caminhada. Sozinho.
Me senti mal e falei para mim mesmo.
- No fundo... Eles nem eram meus amigos.
Abri os olhos abruptamente para terminar com o sonho. Acordei bem triste. A ponto de chorar.

Mas eu acho que estou aprendendo.
Eu não posso ser amigo de todo mundo, embora eu quisesse.
Bem que me avisaram que isso seria assim.
O que não muda o fato de ser muito ruim se sentir sozinho.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Porque sou contra a tributação de igrejas


O fato de existir um projeto de lei para tributação das entidades religiosas é lamentável.

Primeiro, pelos argumentos expostos, que, ao comparar igrejas com empresas, não fazem sentido para uma igreja "de verdade". 
Segundo, pelo rumo que algumas "igrejas" tem tomado, que, ao se comportar como empresas, dão margem para que esses argumentos façam sentido. 
Terceiro, porque o Estado há anos tem se mostrado ineficiente para administrar os impostos (né?), e nesse caso não seria diferente. 
Quarto, porque fere a liberdade da comunidade, pois se alguém quer fazer uma doação a uma igreja, é àquela igreja e não ao Estado. 
Quinto, porque simplesmente não vai resolver o problema proposto, que é o enriquecimento exacerbado de alguns líderes religiosos.

Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus
Sexto, porque, pelo contrário, esses líderes continuarão a existir e encontrarão nisto um motivo a mais para obter ainda mais dinheiro do povo. 
Sétimo, porque as igrejas pequenas, às quais são as de maior atuação  nas comunidades carentes, seriam prejudicadas. 
Oitavo, porque a maioria dos que são a favor do projeto pensam que meia dúzia de pastores que aparecem na mídia são a realidade das religiões no geral. A maioria delas pretende nunca fazer uma doação a uma entidade religiosa. E, afinal, o direito de não contribuir a uma entidade religiosa já existe há muito tempo.


Sinceramente, acho estranho que muitas pessoas sejam a favor disso. Será que elas realmente pensam que o Estado precisa de mais impostos? Será que esses mesmos defendem a CPMF?

Não se trata de tributar líderes religiosos. Trata-se de tributar as pessoas.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Primeiras impressões da faculdade - comentado após dois anos



É, sou um calouro universitário agora.
Nem sou mais.
Algumas coisas são como eu imaginava. Outras não, são melhores. Outras deixam a desejar.
Não lembro mais quais são melhores. Ah, acho que era o Canal Direto. Enfim, tiraram do ar e colocaram um sistema que é bem lixo.
Enfim, já imaginava que não adiantava imaginar muito. Mas é legal.
Tem alguns momentos de não muita tristeza, sim.
A primeiríssima impressão que tive foi que é muito cansativo. Trabalhar oito horas por dia e ainda ir pra faculdade à noite cansa bastante. E não tenho tempo para mais nada. Isso que não começaram a pedir trabalhos e outras coisas. Mas, conforme o tempo está passando (já estou estudando há um pouco mais que uma semana), parece que a gente já vai pegando o ritmo.
Já se passaram dois anos e não peguei o ritmo. Mas vamos indo.
Outra impressão que talvez eu venha desmistificar mais tarde, é que o povo lá parece que pensa muito em bebida, o que eu acho chato. Talvez seja implicância de crente, eu não gosto nem do assunto "álcool" e acho ridículo as pessoas que ficam falando disso. Mas eu tenho quase certeza que ainda vou ver que são só alguns.
Na verdade são só alguns mesmo. Imagino que nos outros cursos seja mais. Eu nem gosto de ir muito no Centro de Convivência. Lá as pessoas parecem descoladas e parecem que estão em uma festinha. No meu curso, ninguém esboça um sorriso sequer.
O pessoal da minha turma parece bem legal. Às vezes conversam um pouco demais. É que tem bastante gente que veio direto do ensino médio pra faculdade, e, sem querer discriminar, tem gente que ainda não entendeu que está na faculdade. Ficam com conversinhas paralelas e não deixam a gente dormir direito prestar atenção na aula. Mas tirando isso, o pessoal em geral parece muito legal, e são bem rápidos para se entrosarem. É bom que seja assim, eu acho.
O pessoal são tudo gente boa. Desses aí que conversavam demais, a maioria desistiu, e uns foram ficando para trás em algumas disciplinas. O tamanho da turma não diminui tanto porque vai misturando com os veteranos que também ficaram para trás. É algo absolutamente normal dever disciplinas.
No mais, parece que a universidade é bem organizada.
Na verdade, não.
A gente vai assinar um contrato com cada professor, e este deve deixar claro o que é permitido em suas aulas, o que será cobrado e como serão as questões didático-pedagógicas. Sei lá o que é didático-pedagógicas, mas acho que define bem. Coisas como chegadas tardias, horário de chamada e pausa, etc.
Isso não serviu pra nada. Os professores nem respeitam. Não estão nem aí. Eu também não. Dane-se o contrato. A maioria nem imprimiu pra gente assinar. Hoje nem fazem mais.
Eu achei que iria usar notebook direto nas aulas. Na verdade eu preferiria assim (Evernote ♥), mas a maioria dos professores não... incentiva isto, mas não coíbe se for com intuito didático.
Na verdade, hoje eu gostaria de usar mais caderno e caneta. Porque as aulas que se usa computador são traumatizantes. E nem uso mais tanto o Evernote.
Ah, é. Graças a Deus estou indo de carro. Estou até levando uns amigos de carona sempre que possível, mas uma outra coisa que descobri é que o trânsito é cansativo tanto para sair mas principalmente para chegar à universidade. Normal., na verdade tem que agradecer a Deus porque eu acho que de ônibus seria pior.
É. Muito carro, muita gente, mas acostuma. Não me estresso mais e acabo chegando atrasado todo dia. 
Bem, já tenho aprendido algumas coisas, mas a disciplina mais empolgante é a de Algoritmos, tanto pelo conteúdo como pelo professor.
Até ele insinuar que eu colei em uma prova. Daí fiquei bem magoado. Mas acho que ele ainda vai ser meu orientador se resolver me responder no e-mail.
Mas todas as disciplinas são legais, eu acho.
Não. Não como poderiam ser.
Espero não vir a me contradizer nisto.
As coisas mudam, não é mesmo?
Não sei como fazer um parágrafo para concluir.
Sim, eu sei.
Os professores não sabem dar aula. A maioria tem a educação como um "bico" e não dão a mínima para o aprendizado dos alunos. A coordenação funcionava até reduzirem a carga horária pela metade. O valor da mensalidade subiu absurdamente. Os professores não sabem dar aula. Eu nunca entendia aquele povo que desistia da faculdade quando já estava quase terminando. Agora eu entendo. Entendo também quem se forma e acaba trabalhando em outra área. Isso porque, quanto mais você se decepciona com os professores, acaba detestando as disciplinas, e detestando as disciplinas, acaba ceifando os próprios talentos que poderiam dar frutos. Poderia levar para sempre amizades com colegas que são, de fato, legais, mas no dia-a-dia estou com preguiça de esboçar um sorriso sequer. A gente vai pra aula e perde muito tempo, dinheiro e energia e no final da noite sai com a impressão de que só cansou e não aprendeu nada de realmente valioso. O curso não entrega o que cobra. Eu já falei que os professores não sabem dar aula?
♪ Are you sure... You wanna hear more... ♫
Essa música é um lixo.

sábado, 27 de agosto de 2016

O espaço para a inovação no Reino de Deus

inovar
verbo
  1. 1.
    transitivo direto
    tornar novo; renovar, restaurar.
    "inovou a pintura de sua casa"
  2. 2.
    transitivo direto e intransitivo
    introduzir novidade em; fazer algo como não era feito antes.
    "inovou a pintura de sua época"

Se eu pudesse resumir o livro "Os Caçadores de Deus" em uma frase, diria algo como "O risco de que o planejamento humano substitua a ação do Espírito de Deus". Já faz algum tempo que li o livro, mas isso foi o que mais me marcou. É um ótimo livro. Chorei muito.
Se pudesse trazer um texto bíblico que falasse sobre isso, usaria Provérbios 16, versículos 1 a 3:
Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR a resposta da língua.
Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito.
Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.
Ou seja, embora que muitas vezes somos levados a pensar que estamos criando cenários perfeitos para a manifestação de Deus, Ele próprio trata de nos refutar, ou pesar o espírito (tradução ACF), ou julgar as nossas intenções (tradução NTLH).

Deus conhece nosso propósito e sabe que, muitas vezes, acabamos fazendo algo que julgamos certo, mas com motivação errada. Provérbios 3:5-7 nos diz:
Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.
Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.
Entretanto, isso não quer dizer que devemos rejeitar tudo o que é novo. A propósito, Salmos 96:1 nos diz:
Cantai ao SENHOR um cântico novo, cantai ao SENHOR toda a terra.
O salmista convida a cantar um cântico... Novo.
Em seu livro "Adoração Bíblica", Dr. Russell Shedd comenta:
"O cântico deve ser novo, pois a adoração pode perder seu brilho se a ferrugem das ações de graça rotineiras não forem constantemente renovadas sob a orientação do Espírito. A repetição de frases milenares toma-se algo enfadonho. Uma novo cântico abre a visão da glória do paraíso (Ap 5.9). Temas desgastados pela repetição acabam como apontamentos de aula, transferidos da apostila do professor para o caderno do aluno, sem penetrar na mente de nenhum deles!"
(Shedd, P. Russeel, Adoração bíblica, Sociedade Religiosa Edições Vida Nova Copyright © 1987 - S.R. Edições Vida Nova.)
Considera-se, então, a necessidade de trazer novidade na adoração. Mas como essa inovação se dá?

Considerando que Deus nos fez emoção e razão. Considerando que ele nos deu, de maneira limitada e a seu critério, capacidade de sentir e capacidade de pensar, pergunto: como Deus atua? Através das emoções ou através da razão?

Já que você leu até aqui, eu teria a ousadia de responder: ambos. Afinal, Deus usa nossas emoções e usa nossa racionalidade também. E quando quer, não usa nenhum dos dois.

Deus é Deus.

Eu vejo na vida do apóstolo Paulo, algo bastante interessante: o fato de ser um homem cheio do Espírito Santo mas, ao mesmo tempo, uma pessoa de excepcional racionalidade e sensatez. Pelo menos é isso que sinto quando leio algumas de suas epístolas às igrejas.

Então, considerando isso tudo, onde entra a inovação? E o que nos cabe?

Nos cabe a ousadia de trazer inovação sim! Se Deus nos dotou de inteligência, é para que possamos parar e analisar de maneira crítica aquilo que estamos fazendo para Deus, e procurar novas maneiras que venham a enriquecer aquilo que está bom e mudar aquilo que está ruim.

É importante que tenhamos a sensatez de entender que a inovação que se espera de nós não é "reinventar a roda", e sim, trazer espaço para o novo de Deus. E que, se não abrimos esse espaço, estamos "extinguindo" o Espírito de Deus.

O próprio Espírito Santo há de testemunhar e mostrar a nós, aquilo que o agrada. Ele mesmo há de gerar em nós um coração disposto a fazer coisas novas, mas com um propósito e visão bem definidos.

Deus abençoe.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

A supremacia (ou não) das gerações modernas

Estava pensando como essa piazada que nasceu nos anos 2000 já são muito mais inteligentes que eu quando tinha 15 anos.
Talvez não mais inteligentes, mas são mais rápidos para determinadas coisas.

Tá, é claro que isso é natural, mas me faz sentir velho antes do tempo, porque esse tipo de crescimento no acesso à informação é exponencial. A aceleração é notável.

Escreveria mais uns parágrafos aqui mas hoje está tudo tão rápido que eu sei que ninguém leria mesmo.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Vale a pena

Leia também:
Acabo de voltar de uma oportunidade de participar de um culto na congregação do Novo Milênio, onde alguns anos atrás pude dar passos importantes de fé em minha vida.

Meu Deus!

Sabe, não teve nada de extraordinário. Mas o Espírito Santo me trouxe à mente muitas coisas. Eu parecia uma criança de tanto chorar. Eu tenho a certeza de que tudo que passei nessa congregação valeu a pena, e hoje eu estou, sabe, não sei como dizer, mas é uma mistura de satisfação e tristeza. Eu não queria deixar de congregar lá. Lá foi onde pude conhecer mais a Deus e iniciar uma vida de maior intimidade com Ele. Mas ao mesmo tempo eu estou satisfeito porque tenho visto o quanto Deus tem agido na vida de cada um naquela igreja.

Eu lembrei de quando ia à igreja, sempre de carona, e quantas vezes o pb. irmão Antônio foi usado por Deus para me discipular. Foi uma verdadeira escola por entre as colinas verdejantes da estrada do Bela Vista. Me veio à mente também pessoas que hoje não estão mais na igreja. Isso não é muito agradável, mas ao mesmo tempo foram dias felizes e pessoas que Deus usou para estarem junto comigo me ajudando em tantas coisas.

Louvo a Deus também especialmente pela vida do João Paulo, pois tenho um grande carinho pela vida dele.

Eu ouvi um louvor pela irmã Marli. Meus olhos se encheram de lágrimas porque ela era uma das pessoas que cantava na igreja desde antes de eu entrar. Uma irmã, cantando, à capela, com muita simplicidade, uma canção que Deus lhe havia dado. Ah, eu não sei se vai adiantar eu escrever linhas e linhas aqui porque isso é algo que me toca tão profundamente que talvez você simplesmente leia e não entenda, de qualquer forma, porque é para mim.

Sabe, eu estou convicto de que a gente tem que aproveitar e muito cada momento na presença de Deus. Porque esses momentos são únicos. São únicos. Eles não se repetem. É de tempo que a vida é feita então precisamos aproveitar, porque o chamado de Deus é dinâmico e pode te levar para outros lugares para fazer outras coisas, e aqueles momentos que Deus te proporcionou são importantes demais para que você passe por eles sem tirar o proveito.

Não, não é só nostalgia.

terça-feira, 8 de março de 2016

Sobre a mulher

Às vezes eu acho que preciso de uma.

No demais, não sou capaz de opinar. é muita coisa.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Estou aprendendo a adorar

Depois de uns oito anos na igreja (mais ou menos, não sou bom com datas), e a maioria desse tempo no grupo de louvor, estou aprendendo a adorar. Não que antes não soubesse, é que agora estou vivendo um tempo melhor, onde estou percebendo isso com maior clareza. Estou vivendo um tempo muito gostoso na fé.
É muito bom poder sentir o quanto Deus te ama, esse amor incondicional que não olha para quem você é ou o que fez. E essa gratidão pelo que Deus é me leva a adorá-Lo.
Em outras curtas palavras, estou vivendo um despertar. E eu estou gostando muito disso.

Ah, é, estou lendo "Os Caçadores de Deus". Um livro muito impactante, tem me ajudado muito. Não, não é um livro de autoajuda, creio que é um livro de ajuda do alto, se é que posso fazer esse trocadilho. Bem, está me ajudando e muito a abrir a minha mente para com aquilo que Deus pode fazer para demonstrar sua presença diante de nós, uma vez que nós nos coloquemos em posição de buscá-lo incessantemente, sem se contentar com "migalhas dos avivamentos passados".

Cara, só sei dizer uma coisa: Deus é bom demais.