quinta-feira, 25 de abril de 2013

A merenda hoje é sopa amarela (1)



Deletei meu perfil no Facebook e também no Tweeter. Mas o orkut permanece. Sabe por quê?

"Ah, vá tomar..." -- Foi o que eu pensei quando vi estas fotos.
Encontrei-as no perfil do Tiago. Que saudades desse tempo.
Agora achei um novo tema.
Tenho muitas saudades desse tempo, onde não tinha muito o que fazer a não ser o estudo Coleginhal e falar besteira com os amigos. Era muito bom mesmo.


Será que eu lembro o nome de todos? Marcelo, Luís, Rafael, Tiago, Deyvid, Matheus, Bruno, Olair, Juarez, Diandra, Jeniffer, Ediomar, prof. Eda, Fernanda, Leonel, Elisabete, Tânia
É, eu não sou fotogênico.
João Henrique, Bruna Machado
Marcelo no dia do Pijama. Na ocasião, eu fui um dos únicos que não participou.

Luís Fernando


Saudade das pseudo-aulas no sol, onde podíamos estudar e lagartear ao mesmo tempo!
Diandra, Fernanda, Vanessa, Jeniffer, Elisabete, Tânia

Bagunça em uma das últimas aulas da professora Eda.
Tiago, Rafael

Matheus, Rafael, Bruno

O PAM, o Partido do filme "Os Lucros da Selva Capitalista"

Gravação do "Jornal Colegial" de "Os Lucros da Selva Capitalista"
Rafael, Bruna, Elisabete. A câmera do marido da Elisbete
era (e é ainda eu acho) top da tecnologia

Esse sou eu com cara de criança e sem barba.
Mas os dentinhos separados continuam iguais :-P
Essa é uma a única foto que consegui achar do Vicente do Morro Grande.
Esta lenda aí morava do outro lado da cidade e estudou conosco por
pouquíssimo tempo, por isso muitos nem lembram dele.
Enfim, não tenho muito o que dizer. Talvez eu escreva um post sobre a turma, uma hora que tiver mais tempo, pois são muitas histórias pra contar e se for lembrar de todas... Vish! Enfim, valeu a lembrança.

Bons momentos :')

terça-feira, 23 de abril de 2013

Rio

de quem compra um carro, rebaixa e passa com cuidado na lombada.
Não é engraçado?

Não, então imagina um cara que compra um carro, coloca uma sonzera no chevetão, e sai por aí no último volume tocando... blues e bossa nova.
É, mas isso eu nunca vi.

</musique non stop>
<end of posting/>

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Show Gospel?

Acabei encontrando o canal desse bispo aqui, muito bom, seus vídeos são edificantes e trazem uma série de questões <cristãs/religiosas/bíblicas/>.
Entre os vídeos que eu mais gostei, tem este, no qual disserta sobre "show gospel". Concordo plenamente com seu ponto de vista (ainda mais que ele também gosta de bossa nova).


P.S.: Eu não tenho um boneco do Thalles.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Vinte e um anos e Interior

Nesta quarta-feira fiz aniversário, ou, como diria o Soleu, troquei de idade. Vinte e um aninhos, um piá.
Enfim, foi legal, mais um dia na verdade. Passei trabalhando, não pude compensar como no ano passado. Fui em duas escolas no interior pela manhã, com o Rodrigo e o Gilson. Foi legal, é muito bom ir pro sítio, mesmo que seja a trabalho.




Argh, o sol estava pegando na minha cara!


O rio, as árvores, as crianças tranquilas tendo aula no sol, a professora que toca violão, o chá de maçã e o suco de... que mesmo? Ah... Será que eles não precisam de um técnico efetivo por lá?
Bem, chega de viadagem. O importante é que o serviço foi feito.

domingo, 14 de abril de 2013

Paraversando,

"É tão estranho, os bons morrem velhos."

Quero postar algo legal

Tipo, que tenha conteúdo, paixão, sinceridade.
Mas tenho andado rodeado de trabalho por todos os lados e isto tem me tirado um pouco a criatividade.
Minha carteira de motorista permissão para dirigir chegou, e, até então não mudou nada na minha vida, porque não tenho carro, meu pai não tem carro, meu avô é falecido e não conheci meu bisavô.
Viu? Essa última frase não foi criativa.
Quando tenho tempo, pesquiso alguns vídeos de J. D. Sumner no Youtube. Passou a ser meu cantor favorito, o baixo do Elvis Presley em seus álbuns de música gospel e famoso no quarteto The Stamps, considerado o cantor com a voz mais grave do mundo.


Enfim, em breve farei vinte e um anos. Mas agora pouco importa, pois, daqui pra frente, a idade não significa grandes coisas. Só o que muda é que agora posso comprar uma arma. Mas, sei lá, talvez seja bom. Vamos ver.

Tentei comprar o Reason Essentials (software de edição musical), não obtendo sucesso, porque a Propellerhead não vende para o Brasil (depois reclamam né? Que os brasileiros hackeiam as coisas e pirateiam tudo...)

Agora estou ouvindo Kraftwerk. Clássico. Tão... Coisado. Dá uma vontade estranha de programar. Deve ser isso que os programadores ouvem. Com uma boa dose de café deve render horas de desenvolvimento, dor nas costas e trabalho escravo.

Então gostaria de terminar bucolico-pitonescamente com uma série de perguntas que não tem nada a ver com o que escrevi até agora:

Por que as pessoas de trinta anos atrás pareciam mais felizes? Será que a tecnologia só tenha vindo pra acabar com tudo de vez? Por que esta frase não tem nada a ver com o resto? Porque eu puxei esse assunto? Por que desligar um computador com Windows 8 é tão "difícil"? Por que o aplicativo atualizado do Youtube é pior que o velho? Por que o Elizeu foi eleito? Por que dizem que o Feliciano é homofóbico? Por que os americanos não gostam de comer brócolis?
Abaixo da crítica (ou acima?) Sei lá.
 End of posting.