terça-feira, 24 de setembro de 2013

WD-40

Hoje tirei uns minutos do dia para passar WD-40 nas fechaduras do carro.
Meu Deus! Que coisa esplêndida! É como Coca-Cola, serve para tudo, menos para tomar.

Resolve tudo!
Tudo!


A propósito, tem um cheirinho muito gostoso.

Edit: Acabo de conseguir ressuscitar uma placa-mãe com WD-40.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Eu detesto atender telefone

Interrupções! Interrupções! Interrupções!
Isso acaba com a minha produtividade.

Agora estou em casa quase às nove da noite, na cozinha e em frente ao meu notebook, onde estou pensando em tantas coisas que poderia fazer no trabalho, e não pude fazer o dia inteiro, sabe por quê? Por causa das interrupções!

Ah, e trabalhar até mais tarde é bom. Sim, bom, porque aí depois das seis o telefone não toca e eu tenho oportunidade de aproveitar o tempo.

Quem sabe se um dia as pessoas realmente aprendessem a usar ferramentas simples como o bom e velho e-mail (que não sai de moda nunca).

Observação. Gostaria de ter uma liberdade de trabalhar quando quisesse, tipo, em casa, ou em um notebook viajando para a praia, sei lá. Mas quem sabe um dia. Que utópico!

Ah, é, comprei meus ingressos para ir às palestras da StarTec, dias 03 e 04 de outubro. Estou ansioso, pois não costumo ir a eventos ligados à tecnologia. Na verdade eu acho que nunca fui a uma conferência assim. Como estava barato não pude perder a oportunidade.

sábado, 14 de setembro de 2013

Status atual

Estou feliz.
Estou escutando algumas gravações do Statesmen Quartet de 1955 que baixei via torrent.
Fantástico! Tão moderno...
Viva a interntet, onde eu posso buscar aquilo que realmente gosto. Já a televisão... Pfff...

Enfim,

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Hino de Lages


Sob um céu recamado de estrelas
Surge um astro nitente a fulgir,
É da pátria liberta a conquista
Que nos leva a prever bom porvir

Desprendei, liberdade anelada,
Desprendei um sorriso de amor
Daí ao povo de Lages a crença,
O civismo, a coragem, o valor

Neste dia formoso em que a festa
A nossa alma de encantos seduz,
Nos ensina que a luz do progresso
A porvir glorioso conduz

Desprendei, liberdade anelada,
Desprendei um sorriso de amor
Daí ao povo de Lages a crença,
O civismo, a coragem, o valor

Entre flores gentis, nacaradas
Como as cores que adornam arrebóis,
Um conjunto de eternas venturas
Lá do céu cairá sobre nós

Desprendei, liberdade anelada,
Desprendei um sorriso de amor
Daí ao povo de Lages a crença,
O civismo, a coragem, o valor
Agora eu te pergunto, Percival, do que que esse hino tá falando?! É meio profético.
Seria uma visão de alguém que fez uso de alucinógenos?
Seria uma descrição do Apocalipse? (ou do Natal?)
Seria um monte de palavras bonitas?

Desculpe minha ignorância.
Agora vou dizer que gosto muito do hino. É meu despertador logo cedo.

Estou enjoando o Instagram,

afinal, é sempre mais do mesmo.
Também não tenho tempo para jogos eletrônicos.
Na verdade, acho que estou ficando velho.

domingo, 8 de setembro de 2013

Viva a tecnologia!

Às vezes dá medo de pensar o tanto que a tecnologia pode nos atrapalhar certas vezes. Principalmente porque esse é o meu trabalho. E principalmente porque eu só tenho trabalho porque as coisas às vezes param de funcionar.

Dá para ver o meu pai daqui...


Mas pude perceber isso de maneira mais clara um dia que fomos a um supermercado, que estava com o sistema "louco". Mudava o preço de alguns produtos, todos para R$15,99. As filas estavam enormes. Não quero criticar o supermercado, nem a empresa proprietária do software em questão (que eu nem sei quem é), até porque estas coisas acontecem; mas isso me fez refletir uma coisa que eu já sabia, mas que pude entender melhor neste ponto:

Tecnologia é uma coisa que te mostra algo bom, aí em troca disso você passa a depender dela. Dali a mais um tempo você passa a ser dominado por ela. E aí, meu amigo, é tarde demais.

Ainda mais agora, com essa folia que todos os jornais mostram da espionagem dos Estados Unidos (blarg!) em dados "confidenciais" do Brasil, isso mostra o lado perverso da tecnologia. Na verdade, nesse caso, não dela, mas de quem a usa e de como a usa.

E sem contar aquelas expressões bonitas que aprendi esses dias com o Júnior, que são "obsolescência planejada" e "obsolescência perceptiva", que fazem você estar sempre comprando e consumindo produtos pelo simples fato que eles são criados para ir para o lixo. Computadores são um ótimo exemplo. Um computador com processador Sempron e 1 GB de memória rodaria mais quetranquilamente o Windows XP e você faria tudo o que precisasse. Mas hoje você precisa de um com processador i5, com 6 ou 8GB de memória, com unidade SSD e sei-que-lá, só pra rodar o Windows 8 e... Fazer a mesma coisa que você faria com o velho Sempron.
Esta história da obsolescência eu aprendi com este filme que o Júnior me indicou (que é meio triste pelo choque de realidade que apresenta [e, dessa vez, eu preferi o dublado {porque realmente é muito texto pra ler}]):



Enfim, meu momento de filosofia is over. Ah, é! O Doritos está caro.