terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Correio Lageano andou assistindo meu poop video do João Amorim

Estava fazendo uma pesquisa para ver se meu primeiro e único poop no Youtube estava famoso mesmo. O vídeo se chama YTPBR João Amorim - Jango Bocha. Só que o nome do filme original é Jango Bravo.
Qual não foi minha surpresa, quando encontro, entre os resultados, uma página que faz uma espécie de homenagem ao mestre do cinema regional, e, na filmografia do cineasta, o filme "Jango Bocha". Só que este é o nome do meu vídeo, não o filme original (que se chama Jango Bravo). Hahahaha... Que massa.

Não haveria outra forma deles se confundirem. Com certeza andaram vendo meu vídeo...

Parece que o meu vídeo está ficando famoso. Além de que, já alguns fãs e poopers pediram para eu postar o filme original algumas vezes.

Obs.: O poop não ficou bom. Enfim, só existe este com este filme.



Matéria do CL (por Suzani Rovaris): http://www.clmais.com.br/variedades/64224/lenda-do-cinema-catarinense-transforma-cotidiano-em-filme



Bem, como eu já havia dito uma vez, Youtube Poop é cultura!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Questionamentos de Eduardo em sábado para domingo

 – A casa dela tem um símbolo maçônico na porta… Será que o pai dela é maçom? Eu não conheço os pais dela, para ser sincero – Pensava Eduardo, em um interno e lento monólogo. Já havia passado da meia-noite. Deitado sob a luz de um abajur, Eduardo tentava ler seu livro de cabeceira, no entanto as palavras do livro pareciam se diluir em meio a uma avalanche de pensamentos.

– Ela parece ter um ar de mistério. Mas talvez eu pense isso porque não a conheço bem, ainda. Mas talvez ela nem goste de mim. Talvez… Talvez eu a devesse convidar para sair, sei lá… Ah, nada a ver! Ela não aceitaria. E eu não sei como me sentiria. Talvez seja melhor só fingir que ela gosta de mim… Talvez…

Era férias e estava fazendo muito calor, mesmo à noite. O que não era comum naquela cidade fria no interior. Ao fundo, pouco se poderia ouvir, se não um grilo ou um sapo vagando em meio à claridade da lua cheia.

– Eu era apaixonado por ela no tempo da escola. Mas agora é outro tempo, muita coisa mudou. Mas eu ainda gosto dela. Ah! A quem estou tentando enganar? Estou apaixonado. Ainda… Igualzinho na primeira série. Mas nem sei se ela lembra direito de mim. Quem sabe ela também está pensando em mim? Tipo, essa hora, enquanto estou aqui, ela lá? Ora, argh! Eu sou como um cachorro na porta do supermercado!

Nesse momento da narrativa, o autor que vos escreve percebe que o parágrafo está muito grande e, usando uma figura de linguagem, resolve pular para a linha de baixo e prosseguir.

– Será que ela aprecia quando eu me disponho a ajudar, tipo, quando ela me pede ajuda? Mas talvez ela também tenta se aproximar de mim? Ou é só porque ela precisa de ajuda algumas vezes mesmo. Talvez…

Da outra direção, um silêncio ensurdecedor responde com mais dúvidas a todas as perguntas. Deitado de bruços sobre a cama, com um lençol mal estendido sobre o corpo, Eduardo sussurrou uma pequena oração a Deus, e chorou. Não sei se devo mencionar que Eduardo era ateu, acho que não vem ao caso.


Aquela noite foi longa para Eduardo. Talvez fosse melhor só dormir. Talvez…

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Forrest Gump

Hoje fiz a assinatura da Netflix, por recomendação do Andrino.
Eu fui entregar o computador dele hoje e ele me mostrou como é legal e barato. Dá para assistir milhares de filmes e seriados indeterminadamente, e paga muito barato por mês.
Para testar, eu assisti Forrest Gump. Foi o primeiro filme que assisti inteiro no serviço, e deve ser a quarta ou quinta vez que eu assisto.

Cada vez que eu assisto, tenho uma leitura diferente e também sensações diferentes. Na verdade eu não sabia que minhas glândulas lacrimais tinham espaço para tantas lágrimas. Não quero fazer uma crítica do filme, levaria horas e eu não conseguiria escrever tudo que gostaria.

Eu nunca vi um filme tão completo. Retrata a vida de uma maneira tão íntima... Dá vontade de rir e vontade de chorar, medo e conforto, tudo, em um só lugar. Dá para entender cada sentimento. A vontade de correr para longe a fim de "colocar o passado para trás", a inocência e a pureza, o amor insistente e além das diferenças ♥, etc, etc, etc.

Ah, e é muito apaixonante também. Ah! Onde está a minha Jenny?... Mas isso eu falo outra hora.

Alt+3

Um dia eu saio correndo como ele.

Chega. Não, péra. Feliz ano novo!