quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Vitimismo

Estou aprendendo que cada um está onde se coloca.
Que somos responsáveis por cada uma de nossas escolhas.
E que às vezes acabamos rotulando como "destino" aquilo que nós mesmos escolhemos.

Parece clichê, piegas, mas é libertador.

Eu escolhi trabalhar na Secretaria de Educação, assim como escolhi trabalhar na DyGNU's há uns anos atrás.
Eu escolhi cursar Sistemas de Informação na Uniplac, assim como também escolhi cursar Manutenção e Suporte em Informática no CEDUP alguns anos atrás.

E o mesmo vale para tudo.
O que significa que se eu não estou no lugar onde quero, a culpa é unicamente minha.

Você é responsável por suas escolhas.
Não adianta tentar responsabilizar Deus, o governo, os altos impostos, a falta de um serviço público de saúde, educação, transporte de qualidade, o sistema capitalista, a sua família, o bairro que você mora...

Você está onde você se coloca, assuma. É o primeiro passo para mudar. Pode ser fácil ou pode ser difícil.

Estou aprendendo.

domingo, 20 de setembro de 2015

O que é software livre?

Bom dia, senhores.
Teria um minuto para falar sobre software livre?

Não sou militante de software livre, nem nada do tipo. Limito-me ao papel de usuário.
Não quero ser hipócrita.

Mas fico me imaginando o seguinte cenário:
Um cientista, após muito tempo de pesquisa, descobre a cura de uma grave doença. Uau, que legal! Só que, visando manter a propriedade de sua pesquisa, impede que qualquer pessoa possa ter acesso a fórmula da medicação criada. Então vende cada dose do medicamento a um preço absurdamente alto. Enquanto isso, centenas de vidas são ceifadas pela doença por não ter acesso ao medicamento.

Claro que o cenário acima é propositalmente comovente. Mas se pararmos para pensar, é mais ou menos isso que ocorre no ramo de software. Empresas com profissionais altamente capacitados criam produtos de software "muito bons", mas ninguém pode ter a liberdade de saber como o software foi criado, muito menos de poder alterá-lo. Redistribui-lo então? Vai pra cadeia.

No mundo capitalista, é claro que as empresas existem com o objetivo de obter lucro. Não estou dizendo que isso é errado, uma vez que as pessoas estudaram e se esforçaram para isso. No entanto a proposta do software livre é justamente o contrário: distribuir o software juntamente com o código fonte, ou seja, o usuário possui liberdade de usar o programa, estudar como ele funciona, alterá-lo conforme suas necessidades e ainda redistribui-lo.

Existem muitas empresas que ganham dinheiro com software livre, inclusive.
Poderia dizer então que o software livre é um fomentador  importante para o avanço da tecnologia.

Abaixo um vídeo muito bom que acabei de assistir. Vale a pena.

Viva Stallman! Viva Torvalds! Viva Lutero!
Desculpe, me empolguei.



sábado, 27 de junho de 2015

Adendo





Correção: "não me desanime" na verdade é "não me oprima".

Versão brasileira, Maga.

Dublado nos estúdios da Marshmallow.

Grande Marcelo Gastaldi.

sábado, 16 de maio de 2015

Sete anos



Acabo de retornar do primeiro dia de comemoração do aniversário da congregação do Novo Milênio, o qual está completando treze anos de existência, e sete (ou oito?) anos desde que o pb. Antônio assumiu a liderança. Junto com ele, um pouco depois, eu também cheguei, então creio que já faz uns sete anos desde a primeira vez que entrei na congregação.
Não tem como ir a um evento como este sem passar um filme pela cabeça. São aproximadamente sete anos os quais Deus se mostrou grandemente em minha vida, e sou muito grato por isso. Mesmo.

Lembro de alguns momentos que na época, embora maravilhosos, eram cotidianos, mas que hoje eu posso perceber melhor quão preciosos foram.
Me lembro, por exemplo, de momentos nos quais atravessei a cidade, junto com o pb. Antônio e alguns outros irmãos, para buscar os demais que se dispusessem a ir à igreja. Tinha vezes que ele rodava do Bela Vista ao Petrópolis, e ao Caravágio, e ao Guarujá, e ao Milênio. Quando escrevi atravessar a cidade, é em sentido literal. Muitas vezes no Fusca, muitas vezes na Kombi.

Lembro-me de ter a oportunidade de contemplar em silêncio (tirando o ronco da Kombi) os campos  ensolarados no caminho para o Bela Vista (na rua Mateus Junqueira), através dos quais podia ver e sentir a mão de Deus, ministrando em meu coração. Eu sentia-me bem. Foi lá perto também que uma vez a alavanca do câmbio do Fusca acabou quebrando na mão do irmão Antônio. Tinha algumas dificuldades sempre, mas em tudo Deus nos dava vitória. E estávamos sempre confiantes nEle.

A propósito, aquela Kombi era a única que tinha música ao vivo. Algumas vezes lembro de retornar junto com o Jacob e a Estela, cantando e tocando violão e teclado. Era uma alegria muito espontânea. O louvor brotava com sinceridade em nossas vozes e mãos, e não importava se ficava bonito.

Também foi na Kombi e no Fusca que fui por muitas vezes discipulado pelo irmão Antônio. Isto é, com suas palavras simples e com muito amor ele conversava comigo a respeito da vida com Deus. "O tio Rafa é o meu filho mais velho", ele fala até hoje. Já que tínhamos alguns momentos para conversar isso era ótimo. Pude aprender muito com ele, mas mais pelo exemplo do que pelas palavras.

Eu nunca conheci alguém com tanto amor às almas como o irmão Antônio.

Às vezes eu pergunto para Deus por que tudo mudou... Por que não é mais como era antes, nos áureos tempos do meu primeiro amor. E por que sinto tanta falta quando me lembro de alguns irmãos que hoje não estão mais conosco. Talvez eu seja um desses irmãos, já que também tenho priorizado os estudos em vez de estar na igreja durante as noites de semana, mas mesmo assim... Sinto falta. Muito.

Mas a alegria é sempre maior. É bom lembrar dos velhos tempos e tudo o que o Senhor fez por nós até hoje.

Quando cheguei à igreja, era um templo extremamente simples, onde as paredes eram de tijolo e não rebocadas. Havia um povo simples mas que clamava a Deus com muita fé. Algo que eu não estava acostumado, mas por loucura que pareça, me senti muito à vontade. A partir deste momento tive a oportunidade de amadurecer, pouco a pouco, na fé de Cristo. É uma caminhada, e todos os dias damos mais um passo.

Sabe, às vezes eu fico um pouco chateado por haver pessoas que conheço que fazem algumas críticas sem fundamento contra a fé cristã, sobre as igrejas evangélicas e seus líderes. Mas é só às vezes. Não que eu fique chateado com as pessoas, as quais muitas vezes só repetem aquilo que ouvem, mas fico com vontade de pegar alguns flashes daquilo que vivenciei e colocar na cabeça das pessoas, a fim de pelo menos entenderem aquilo que criticam. Queria que todos tivessem ao menos um encontro com o Espírito Santo. Mas sei que isso não é tão simples, muitos estão manietados em seus próprios costumes e conceitos que tecem para si. Enfim, tenho procurado dar um bom testemunho a respeito das coisas de Deus. Nem sempre consigo, mas estamos sempre nos esforçando.

Um adendo: eu não queria estar na faculdade. Todos os dias é um fardo. Eu queria estar na igreja. Mas eu acho que estou fazendo a coisa certa. Espero, bem sinceramente.

E, espiritualmente, tenho sentido um grande desejo de orar por alguns irmãos que Deus tem me colocado em mente. Orar para que tenham um encontro verdadeiro com Deus. Digo isto porque nunca havia sentido. Como já escrevi, às vezes dá vontade de colocar algumas coisas nas cabeças das pessoas, principalmente dos mais jovens. Mas não adianta. Acho que estou ficando parecido com o irmão Antônio.

Para o futuro, não há planos nem metas. Afinal não sabemos o que há de ocorrer e a cada dia basta o seu mal. Mas tenho certeza de uma coisa: Deus é fiel.

Vamos com fé!



Ah, é. Leia também: O Grupo de Louvor do CEI Novo Milênio (escrito no réveillon de 2012/13)


quinta-feira, 14 de maio de 2015

David Wise - Stickerbrush Symphony


Essa música é ótima.
Eu ainda gosto muito de trilhas sonoras de jogos antigos.
E esta música, em especial, eu gosto de usar para melhorar a concentração, apesar de ter um ar nostálgico também.

terça-feira, 14 de abril de 2015

segunda-feira, 9 de março de 2015

Programar é como orar

É preciso manter-se afastado do ambiente externo.
É preciso concentrar-se.
É preciso usar uma linguagem para expressar os detalhes daquilo que você está pensando.
É preciso ter constância.

Preciso aprender os dois.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Cueio

O Cueio é uma das melhores coisas que já vi nesse mundo de aglomerado de informação chamado internet. Sério. Talvez amanhã eu já não pense o mesmo, mas eu já assisti os então 19 episódios umas quatro vezes.
O que é "Cueio"?
O que não é, meu jovem. O Cueio reúne muitos ingredientes que tornam a série animada muito legal (pelo menos para mim e outros milhares de inscritos), como:

  • Non-sense (principalmente nos primeiros episódios, e depois em nível mais sutil e moderado)
  • Ludicidade (eu acho que esta palavra existe)
  • Várias referências à infância (para quem nasceu nos anos noventa)
  • Ação (as cenas de luta lembram muito Dragon Ball)
  • Drama (sim, isto me emocionou em algumas cenas)
  • Algumas referências à linguagem sulina (o autor é de Porto Alegre; algumas expressões são bem conhecidas para os lageanos)

Tem várias coisas interessantes, então eu recomendo. É um dos desenhos mais geniais que já vi (o mais genial que já vi na internet). Assista pelo menos até o episódio 5 ou 6 (os episódios são bem curtos, de uns 2 ou 3 minutos), que é quando a coisa começa a fazer sentido.


Ah, e o meu personagem favorito é o Vaco. ^^
E algum dia quero fazer uma fanart para enviar.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Uma palavrinha sobre extremismo

Sou contra o extremismo bem como contra a falta de respeito. Imagina se os extremistas fossem matar todos os idiotas que fazem piadas de mal gosto com religião. Ia faltar bala.

Pra ser sincero, nem li muito a respeito.